terça-feira, 25 de agosto de 2009

A discriminação linguística

Vivemos no mundo cada vez mais globalizado, avançado tecnologicamente em velocidade espantosa, mas mesmo assim muitas coisas não mudam, exemplo: as culturas, as particularidades de cada país, de cada região, os preconceitos. Apesar de vivermos no século XXI, ainda existe muito preconceito “barato”, onde pessoas excluem do seu convívio social as pessoas que apresentam costumes, falas tradições, cores e crenças diferentes. As pessoas de cor e de falas diversas são as mais atingidas, neste caso vamos confrontar o preconceito com as falas. Para uns é de costume, é o sotaque de determinada região, para outros é ridículo, de tom feio, fora da linguística habitual, é o caso das pessoas que vivem no interior, que puxam em suas falas o som do “r”, dos cariocas o “s”, existe ainda as pessoas que possuem o problema clínico na fala os chamados gagos, todos esses casos e muitos outros são motivos de chacotas, dependendo a região em que se encontrarem.
Muitas pessoas com esse problema têm vergonha de sair de casa e socializar-se, um grande exemplo desse preconceito são as festas juninas, onde a fala dos homens do interior é ridicularizada e virá motivo de piada para a sociedade ou ainda quando um gago fala, todos riem e fazem comentários, deixando-o envergonhado e reprimindo sua capacidade criativa social.
Parte de nós começarmos a mudança: acabar com os preconceitos, tanto de cor, raça, credo, cultura ou de linguagem, pois cada um têm a sua maneira de ver a vida, de agir conforme o que acha certo, conforme o que lhe foi passado por seus pais e avós.Não sabemos se um dia seremos vitimas de algum tipo de preconceito, nem nossos pais ou futuros filhos.
O preconceito é algo que não tem valor, só destruição, não acrescenta nada em nossa formação, por isso devemos evitá-lo de qualquer forma reprimi-lo se o vermos acontecer.


Pedro Mazon Junior

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